Trabalho em casa de família, sem depender de indicação
Quem faz faxina, cozinha, passa roupa, cuida de criança ou de idoso publica um perfil que fica de pé. Quem precisa de ajuda em casa publica a vaga. Os dois lados se encontram pela cidade e pelo bairro — e chegam à conversa sabendo com quem estão falando.
O último mercado que funciona só por indicação
Para quase todo trabalho existe algum lugar onde se vê quem faz o quê, desde quando, e o que dizem a respeito. Para o trabalho doméstico, não: o serviço chega por um telefone que passou de mão em mão. E indicação transporta um nome, não informação. Os dois lados entram no escuro.
Quem contrata não sabe
- Se a pessoa aparece nos dias combinados
- Como ela trabalha, e o que faz e não faz
- Se é de confiança para ficar dentro de casa
Quem trabalha não sabe
- Se a casa respeita o horário e o combinado
- Se paga direito, e em dia
- Se tem criança, animal, escada — o tamanho real do serviço
O que muda aqui
Informação antes do contato
O perfil diz o que ela faz, em que dias, em que bairros atende e há quanto tempo trabalha. A vaga diz como é a casa, quem mora nela e o que precisa ser feito.
O anúncio fica de pé
Perfil e vaga continuam abertos a quem chegar depois. Não é uma mensagem que precisa ser vista na hora em que foi escrita.
Cidade e bairro
Busca por onde a pessoa atende de verdade. Quem não restringiu bairro atende a cidade inteira, e aparece em qualquer filtro.
O fato, nunca a pessoa
Os selos dizem o que foi apurado — telefone verificado, contratações confirmadas. Zela não avalia, não seleciona e não garante ninguém.
O tamanho disso
É a maior ocupação do país a não ter nenhum lugar onde as duas pontas se enxerguem antes de combinar.
Para quem trabalha é sempre gratuito. Em nenhum plano, nunca, Zela cobra de quem está procurando trabalho.